Modelos preditivos e
expertise científica em
avaliação toxicológica
Nossos serviços integram alertas estruturais, modelos (Q)SAR com domínio de aplicabilidade documentado e read-across estrutural em um protocolo WoE transparente — com revisão por especialista qualificado e alinhamento às exigências das principais agências regulatórias internacionais.
PRIMA™ — Potential Risk Impurity
Mutagenicity Assessment
O PRIMA™ é a metodologia central da In Silico Solutions — um protocolo estruturado que integra alertas estruturais por sistemas especialistas, modelos (Q)SAR de múltiplas plataformas validadas e read-across estrutural segundo os princípios do OCDE QAF. O racional WoE resultante é integrado por especialista qualificado, em conformidade com as melhores práticas regulatórias do ICH M7(R2), EFSA e ANVISA. O protocolo está organizado em três módulos independentes, cada um calibrado para seu domínio regulatório específico.
Camada 1
Alertas estruturais (SA) avaliados por múltiplos profilers complementares com lógica de classificação por fração de positivos.
Camada 2 · (Q)SAR
Modelos (Q)SAR de múltiplas plataformas validadas — par metodológico obrigatório conforme ICH M7(R2): um baseado em regras de especialistas e um estatístico, com domínio de aplicabilidade e métricas de validação documentados por modelo.
Camada 3
Read-across estrutural — recuperação de dados experimentais de análogos com hipótese de agrupamento explícita, segundo o OECD RAAF (ECHA, 2017) e OECD GD 418 (2025). Etapa de maior peso probatório no protocolo.
SA Negativo
Nenhum profiler ativo. Refutação estrutural robusta com documentação auditável.
SA Equívoco
Ativação parcial de profilers. Análise (Q)SAR obrigatória; read-across ativado para fundamentar o racional WoE.
SA Positivo
Maioria dos profilers ativos. Avaliação completa com Read-Across e enquadramento em concern levels 4–6.
Três módulos. Um
framework.
Impurezas
Farmacêuticas
Protocolo para qualificação toxicológica de impurezas em insumos farmacêuticos ativos (IFAs) e produtos acabados. Integra alertas estruturais, modelos (Q)SAR validados e read-across estrutural em um racional WoE revisado por especialista qualificado — em conformidade com ICH M7(R2), EMA e ANVISA RDC 964/2025.
Triagem por alertas estruturais
Classificação SA por fração de profilers ativos (SA_negativo, SA_equívoco, SA_positivo), com justificativa por reatividade química e mecanismo biológico.
Modelos (Q)SAR — concordância documentada
Modelos de múltiplas plataformas validadas, baseados em regras de especialistas e em métodos estatísticos; domínio de aplicabilidade e desempenho documentados para cada modelo como parte do racional WoE.
Read-across estrutural
Análise de análogos com hipótese de agrupamento documentada, recuperando dados experimentais de teste de Ames para suporte à conclusão WoE — nos termos do OECD RAAF (ECHA, 2017) e OECD GD 418 (2025).
Parecer técnico estruturado
Relatório final com enquadramento nas Concern Categories do ICH M7, cobertura de domínio de aplicabilidade e declaração de revisão por especialista qualificado.
Materiais de Contato
com Alimentos
Protocolo dedicado à avaliação de substâncias migratórias em embalagens e materiais em contato com alimentos (FCM), segundo as diretrizes da EFSA, regulamentação europeia e ANVISA. O módulo avalia o risco mutagênico de migrantes potenciais, documentando o racional científico necessário para qualificação toxicológica em contextos de segurança alimentar.
Triagem de substâncias migratórias
Avaliação de alertas estruturais em migrantes potenciais identificados em embalagens primárias, com foco em compostos de baixo peso molecular.
Modelos (Q)SAR complementares
Integração de modelos (Q)SAR com domínios de aplicabilidade distintos para maximizar a cobertura da análise de mutagenicidade em compostos migratórios, com incerteza documentada por modelo.
Read-across em segurança alimentar
Análise de análogos estruturais com dados experimentais disponíveis, com hipótese de agrupamento documentada segundo o OECD RAAF — preenchimento de lacunas de dados para compostos migratórios sem dados próprios.
Documentação para submissão regulatória
Laudo WoE estruturado conforme as diretrizes da EFSA e ANVISA, com justificativas técnicas documentadas e cobertura do domínio de aplicabilidade de cada modelo empregado.
Agroquímicos e
Ecotoxicologia
Protocolo para avaliação toxicológica e ecotoxicológica de agroquímicos — cobrindo mutagenicidade, genotoxicidade, toxicidade a organismos não-alvo, bioacumulação e persistência ambiental. Suporta registros junto à ANVISA, MAPA, IBAMA e EPA com laudos WoE transparentes e alinhados às diretrizes da OCDE.
Mutagenicidade e genotoxicidade
Triagem por alertas estruturais e modelos (Q)SAR para endpoints de mutagenicidade (Ames), aberrações cromossômicas e micronúcleos — em linha com as diretrizes OCDE 471, 473 e 487.
Toxicidade a organismos não-alvo
Predição de toxicidade aquática aguda e crônica (peixes, Daphnia, algas), toxicidade a abelhas, minhocas e aves — endpoints exigidos pelos órgãos regulatórios brasileiros e internacionais para registro de agrotóxicos.
Read-across ecotoxicológico
Análise de análogos com dados experimentais para ecotoxicidade — preenchimento de lacunas de dados para toxicidade aquática, bioacumulação e persistência, segundo as diretrizes OCDE para agrupamento químico.
Bioacumulação e persistência
Predição de potencial de bioacumulação (BCF/BAF), persistência no solo e em sedimentos, e mobilidade ambiental — com documentação transparente para avaliação de risco ambiental integrada ao dossiê de registro.
Integração de AOPs —
Abordagem em incorporação
Os alertas estruturais e os modelos (Q)SAR estabelecem a base preditiva do racional WoE. A integração de Vias de Desfecho Adverso (AOPs) representa a próxima camada metodológica em desenvolvimento para o protocolo PRIMA™ — prevista para incorporação nos laudos a partir de 2026.
As AOPs conectam o evento molecular inicial (MIE) — correlacionado diretamente com os alertas estruturais e as predições (Q)SAR — aos eventos-chave intermediários e ao desfecho adverso biologicamente relevante, segundo o framework da OCDE. Essa camada mecanística complementará a argumentação WoE em cenários com alertas estruturais discordantes ou domínio de aplicabilidade limitado.
Em cenários onde os dados (Q)SAR e os alertas estruturais são discordantes, a análise AOP poderá fundamentar a plausibilidade biológica do risco previsto perante revisores da EMA, ANVISA ou EFSA.
A incorporação de AOPs ao PRIMA™ não altera a validade dos laudos atuais — representa uma extensão metodológica para cenários de maior complexidade estrutural, em conformidade com o framework OCDE AOP-Wiki e as expectativas regulatórias emergentes.
Predição (Q)SAR
Modelos baseados em regras e estatísticos identificam o potencial de mutagenicidade. O resultado — positivo, equívoco ou negativo — ancora a entrada na via AOP correspondente.
Molecular Initiating Event
Interação molecular entre o composto e a biomolécula-alvo — correlacionada aos alertas estruturais identificados na Camada 1, conferindo plausibilidade mecanística à previsão ML.
Key Event celular
Consequência celular do MIE — ex. adutos de DNA, disfunção de reparo. Fundamenta a plausibilidade biológica dos modelos preditivos para o endpoint genotóxico.
Key Event tecidual
Propagação ao nível tecidual — ex. mutações somáticas persistentes, instabilidade genômica. Documenta a causalidade biológica no racional WoE.
Adverse Outcome
Desfecho adverso regulatoriamente relevante — ex. carcinogenicidade genotóxica. Ponto de ancoragem para o enquadramento nas Concern Categories do ICH M7 e parecer do especialista.
Serviços complementares
Dossiê de Registro Agroquímico
Integração dos laudos PRIMA-AGRO ao dossiê regulatório completo para registro de agrotóxicos — articulando os dados in silico com estudos complementares, avaliação de risco humano e ambiental, e estrutura documental exigida por ANVISA, MAPA e IBAMA.
PRIMA-AGRO · Dossiê regulatório · MultidisciplinarLixiviáveis e Extraíveis — Dispositivos Médicos
Qualificação toxicológica de lixiviáveis e extraíveis em dispositivos médicos, conforme ISO 10993-17 e diretrizes FDA/EMA. Integração de alertas estruturais e WoE adaptados ao contexto de compostos orgânicos de baixo peso molecular e metais de interesse toxicológico.
ISO 10993 · FDA · EMAModelo Colaborativo com Consultorias Regulatórias
Atuação em parceria com consultorias regulatórias especializadas: os resultados in silico são integrados com cálculo de ADE/PDE e outros dados complementares, compondo laudos regulatórios tecnicamente completos para submissão.
Parceria técnica · MultidisciplinarTem um projeto de
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