Modelos preditivos e
expertise científica em
avaliação toxicológica
Nossos serviços cobrem a avaliação de mutagenicidade de impurezas pelo protocolo PRIMA™ e a avaliação dos demais desfechos toxicológicos por (Q)SAR e read-across, com revisão por especialista qualificado.
PRIMA™ — Potential Risk Impurity
Mutagenicity Assessment
O PRIMA™ é o protocolo da In Silico Solutions para avaliação de mutagenicidade (mutação gênica bacteriana, OECD TG 471) — a predição vem do par complementar de modelos (Q)SAR previsto no ICH M7(R2), um baseado em regras de especialista e um estatístico, e o julgamento especializado é subsidiado pela detecção independente de alertas estruturais por profilers, pelo read-across, pelos modelos consenso e pelas informações técnico-científicas disponíveis, documentado segundo os princípios do OCDE QAF. O racional WoE resultante é integrado por especialista qualificado, em conformidade com as melhores práticas regulatórias do ICH M7(R2), EFSA e ANVISA. O protocolo está organizado em quatro módulos sobre um núcleo comum, cada um calibrado para seu domínio regulatório específico.
Camada 1 · (Q)SAR
Par complementar previsto no ICH M7(R2): um modelo baseado em regras de especialista e um estatístico, com domínio de aplicabilidade e versão registrados por predição. A complementaridade é de método, não de software.
Camada 2 · Linhas de evidência complementares
Alertas estruturais detectados por profilers, read-across de análogos com dados experimentais, modelos consenso e informações técnico-científicas verificadas. Cada linha entra no peso da evidência com justificativa e incerteza próprias.
Camada 3 · Integração por WoE e julgamento especializado
O especialista qualificado pondera as linhas de evidência e conclui pelo peso da evidência. O framework reúne as evidências, as fontes e as perguntas de verificação; a decisão, a justificativa e o nível de incerteza são registrados conforme o OCDE QAF.
Quatro módulos. Um
framework.
Impurezas
Farmacêuticas
Protocolo para avaliação do potencial mutagênico de impurezas em insumos farmacêuticos ativos (IFAs) e produtos acabados. Integra alertas estruturais, modelos (Q)SAR documentados segundo os princípios da OCDE e read-across estrutural em um racional WoE revisado por especialista qualificado — em conformidade com ICH M7(R2), EMA e ANVISA RDC 964/2025.
Par complementar (Q)SAR — ICH M7(R2)
Um modelo baseado em regras de especialista e um estatístico, com domínio de aplicabilidade e versão registrados para cada predição e discordâncias tratadas no peso da evidência. A complementaridade é de método, não de software.
Alertas estruturais por profilers
Detecção independente por profilers estruturais, com justificativa por reatividade química e mecanismo biológico. Orientam o julgamento especializado; não substituem a predição.
Read-across estrutural
Análise de análogos com hipótese de agrupamento documentada, recuperando dados experimentais de teste de Ames para suporte à conclusão WoE — nos termos da OECD (2025), Series on Testing and Assessment nº 418. Não integra o par complementar.
Impurezas nitrosaminas
Classificação por potência segundo a abordagem CPCA, predição de mutagenicidade e definição do limite de ingestão aceitável, com o racional documentado. Fora do escopo: desenvolvimento e validação de métodos analíticos, quantificação da impureza no produto e ensaios experimentais de confirmação.
Demais desfechos toxicológicos
A mutagenicidade segue o protocolo PRIMA™ (mutação gênica bacteriana, OECD TG 471). Os demais desfechos requeridos para a qualificação da impureza são avaliados por (Q)SAR e read-across, fora do PRIMA™, com o domínio de aplicabilidade de cada predição e as incertezas registrados no parecer. Referências: Guia 83/2025 (ANVISA) e EMA/CHMP/4299/2026.
Parecer técnico estruturado
Relatório final com enquadramento nas classes do ICH M7(R2), cobertura de domínio de aplicabilidade e declaração de revisão por especialista qualificado.
Agroquímicos
Mutagenicidade de impurezas novas ou incrementadas em produto técnico por equivalência, conforme a RDC Anvisa nº 1.006/2025 e a NT 57/2025, em comparação com o ingrediente ativo. Os demais desfechos exigidos para cada faixa de teor são avaliados por (Q)SAR e read-across, com fundamentação técnica da DRTI.
Enquadramento por teor e desfecho
Cada impureza é enquadrada pelo teor máximo declarado (Quadro 1 da RDC 1.006), com ingrediente ativo e impurezas avaliados nas mesmas ferramentas.
Estudos in silico e pareceres
Sistemas especialistas distintos por desfecho, domínio de aplicabilidade registrado e conclusão por peso da evidência; pareceres por dados disponíveis (Arts. 3º e 5º).
Fundamentação da DRTI
Cada resposta proposta ligada à evidência que a sustenta. A declaração é assinada pelo registrante. Ver a página PRIMA-AGRO · Impurezas em produto técnico por equivalência →
Materiais de Contato
com Alimentos
Protocolo dedicado à avaliação de substâncias migratórias em embalagens e materiais em contato com alimentos (FCM), segundo as diretrizes da EFSA, regulamentação europeia e ANVISA. O módulo avalia o risco mutagênico de migrantes potenciais, documentando o racional científico necessário para avaliação toxicológica em contextos de segurança alimentar.
Triagem de substâncias migratórias
Avaliação de alertas estruturais em migrantes potenciais identificados em embalagens primárias, com foco em compostos de baixo peso molecular.
Modelos (Q)SAR complementares
Integração de modelos (Q)SAR com domínios de aplicabilidade distintos para maximizar a cobertura da análise de mutagenicidade em compostos migratórios, com incerteza documentada por modelo.
Read-across em segurança alimentar
Análise de análogos estruturais com dados experimentais disponíveis, com hipótese de agrupamento documentada segundo a OECD (2025), Series on Testing and Assessment nº 418 — preenchimento de lacunas de dados para compostos migratórios sem dados próprios.
Documentação para submissão regulatória
Laudo WoE estruturado conforme as diretrizes da EFSA e ANVISA, com justificativas técnicas documentadas e cobertura do domínio de aplicabilidade de cada modelo empregado.
Lixiviáveis
e Extraíveis
Avaliação de lixiviáveis e extraíveis em dispositivos médicos, conforme a ISO 10993-17 e as diretrizes de FDA e EMA. O potencial mutagênico é avaliado pelo protocolo PRIMA™, com alertas estruturais, par complementar de modelos (Q)SAR e read-across integrados por peso da evidência.
Triagem dos compostos identificados
Organização da lista de extraíveis e lixiviáveis da caracterização química fornecida, com verificação de estrutura e identificadores.
Potencial mutagênico pelo PRIMA™
Par complementar de modelos (Q)SAR, alertas estruturais e read-across, integrados por peso da evidência.
Parecer com assinatura de especialista
Conclusão por composto, com domínio de aplicabilidade, limitações e incerteza registrados conforme o OCDE QAF.
Serviços complementares
Qualificação de impurezas não mutagênicas
Avaliação dos desfechos de toxicidade geral de impurezas em IFAs e produtos acabados por (Q)SAR e read-across, com a hipótese de agrupamento justificada por desfecho e as incertezas registradas. Aplica-se quando a impureza não é mutagênica e a qualificação segue o Guia Anvisa nº 83/2025 e o EMA/CHMP/4299/2026. Fora do protocolo PRIMA™, que cobre mutagenicidade (OECD TG 471).
Guia Anvisa 83/2025 · EMA/CHMP/4299/2026Modelo Colaborativo com Consultorias Regulatórias
Atuação em parceria com consultorias regulatórias. A In Silico Solutions responde pela avaliação in silico e pelo racional WoE, com assinatura nominal do especialista. A consultoria parceira integra esse resultado ao cálculo de ADE/PDE e ao documento de submissão.
Parceria técnica · MultidisciplinarTem um projeto de
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